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Este é o comercial de TV do livro. Ele vai ao ar pela primeira vez hoje, no intervalo do "Baile do Simonal" que a TV Globo exibe logo após o Programa do Jô. Semana que vem ele volta no intervalo do "Som Brasil: Jorge Ben Jor", assunto totalmente pertinente. E daí em TVs fechadas e abertas deste país tropical bonito por natureza. Escrevi esse perfil do jornalista Caco Barcellos para a Revista Fantástico de novembro de 2007. Foi uma das raríssimas chances que a carreira nos dá de fazer um perfil do jeito que deve ser feito: com acesso total ao personagem, com tempo para pesquisa e reportagem, com estrutura para embarcar Brasil afora com o entrevistado, com um baita fotógrafo como o Kiko Ferrite do nosso lado. Foi meu primeiro trabalho para a Editora Globo, a partir do convite do grande José Ruy Gandra. Fui editor-executivo nessa edição, daí logo fui convidado para assumir a “Monet”, no início de 2008, e da “Monet”, agora, parto para a Época São Paulo. Ou seja, é um trabalho pra lá de especial no meu coração. Isso tudo sem contar o prazer descomunal de entrar um pouco na cabeça de Caco Barcellos, figura histórica do jornalismo brasileiro, e ser humano absolutamente intrigante. Evidentemente, apurei muito mais do que cabia no (generoso) espaço da revista. Aqui está a versão original, na íntegra. E abaixo está a foto usada na abertura da revista, no Senado, em que eu acabei aparecendo sem querer. Em homenagem ao Bebê2, que chega em abril, dois tesouros da minha infância, que passavam no Globinho, apresentado pela Paula Saldanha! "Mio e Mao" e "A Linha". Como "bônus", a abertura da "Família Barbapapa". Baixei um episódio dos Barbapapas em inglês e achei muito hippie e muito lento. Mas "A Linha" e "Mio e Mao" são deliciosos até hoje. Bem-vindo ao mundo, Bebê2! Uma das melhores coisas em ter trabalhado mais de cinco anos no Zap! (o suplemento jovem semanal do Estadão) foi conhecer lugares e pessoas que eu jamais cogitei conhecer. E, por outro lado, falar coisas para o público teen que raramente ele costuma ouvir. Quando os Backstreet Boys estavam pelo mundo dando entrevistas de divulgação, Howie D. veio a São Paulo e eu fui entrevista-lo. O texto, publicado em junho de 1998, fugia totalmente do tom apaixonado que fãs (e jornalistas) costumavam usar em situações como aquela. Fiz o texto coalhado de pequenas ironias, mas tratava o garoto com o maior respeito – até porque achei o cara bem gente boa mesmo. Não era um pilantra camuflado de artista, era um profissional do entretenimento. Como está lá no texto: normal. |
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