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Para dar minha pequena contribuição ao Dia Mundial dos Beatles, coloco na íntegra a versão original (sem revisão e preparação, portanto) do livro "Beatles: Para Saber Mais" que eu escrevi em 2003. Era parte da extinta coleção de pocket books da revista Superinteressante e, passados cinco anos, e de novo de posse dos direitos de autor, divido com os amigos deste blog. Espero que gostem. Ao fim da série, digo o que achei dos remasters dos Beatles, em que pus as mãos hoje.
Escrevi esse perfil do jornalista Caco Barcellos para a Revista Fantástico de novembro de 2007. Foi uma das raríssimas chances que a carreira nos dá de fazer um perfil do jeito que deve ser feito: com acesso total ao personagem, com tempo para pesquisa e reportagem, com estrutura para embarcar Brasil afora com o entrevistado, com um baita fotógrafo como o Kiko Ferrite do nosso lado. Foi meu primeiro trabalho para a Editora Globo, a partir do convite do grande José Ruy Gandra. Fui editor-executivo nessa edição, daí logo fui convidado para assumir a “Monet”, no início de 2008, e da “Monet”, agora, parto para a Época São Paulo. Ou seja, é um trabalho pra lá de especial no meu coração.

Isso tudo sem contar o prazer descomunal de entrar um pouco na cabeça de Caco Barcellos, figura histórica do jornalismo brasileiro, e ser humano absolutamente intrigante. Evidentemente, apurei muito mais do que cabia no (generoso) espaço da revista. Aqui está a versão original, na íntegra. E abaixo está a foto usada na abertura da revista, no Senado, em que eu acabei aparecendo sem querer.
Antes que a “Bizz” voltasse ao formato mensal, em 2005, botamos nas bancas algumas séries de especiais. Uma delas foi “A História do Rock”. O formato era assim: cada matéria focava em um episódio histórico marcante e, a partir dele, nós "abríamos" o foco em direção a tudo o que aquilo representou.
No primeiro volume da série, que ia dos anos 30 até o início dos anos 60, eu escrevi sobre Frank Sinatra, sobre como ele foi o responsável por a) inventar essa figura de "ídolo pop" e b) inventar a "ressurreição", depois de anos curtindo a decadência. A data-chave é abril de 1953, quando Sinatra assinou com a Capitol Records e entrou na sua melhor fase. Ficou um texto bem bonitinho.






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