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O Elson Barbosa, dono da comunidade da revista Bizz no Orkut, bolou um negócio muito interessante comigo: uma entrevista, via MSN, que seria postada na Comunidade. Achei ótimo esse formato, pá-pum, que começou em volta do livro do Simonal, foi (claro) para a Bizz e terminou falando de imprensa musical e cultural como um todo. O papo é o que segue, do jeito que foi digitado: A última parte de "The Beatles: Para Saber Mais". Outro dia, fuçando em pastas mortas, achei a sugestão de capa que eu fiz para o livrinho. Quando achar de novo, atualizo este post com as duas: a que eu sugeri e a que acabou saindo. Este últimó capítulo é dedicado às carreiras solo. Para fugir do lugar comum das biografias (muito mais as "pocket-biografias") eu salpiquei informações que não são muito comuns em livros dos Beatles, como detalhes dos contratos da banda, informações sobre as turnês e set-lists e as carreiras solo. Espero que vocês tenham gostado. Quarto dos cinco capítulos do livro "Beatles: Para Saber Mais", desta vez sobre os anos finais da banda. Subo o capítulo final, sobre as carreiras solo, na segunda-feira, beleza? Agora, os anos psicodélicos dos Beatles. Ilustrando o post, o sensacional quadro "Tomorrow Never Knows", do Klaus Voormann, o mesmo que pintou a capa do "Revolver". Os Beatles bem que poderiam ter usado essa arte no encarte do "Revolver" remasterizado, não? Segunda parte do texto do pocket book "Beatles: Para Saber Mais" que eu escrevi em 2003. Para dar minha pequena contribuição ao Dia Mundial dos Beatles, coloco na íntegra a versão original (sem revisão e preparação, portanto) do livro "Beatles: Para Saber Mais" que eu escrevi em 2003. Era parte da extinta coleção de pocket books da revista Superinteressante e, passados cinco anos, e de novo de posse dos direitos de autor, divido com os amigos deste blog. Espero que gostem. Ao fim da série, digo o que achei dos remasters dos Beatles, em que pus as mãos hoje. Viram a Rolling Stone nova? Com os Beatles na capa? Tem um capítulo inteirinho do meu novo livro, "Nem Vem Que Não Tem - A Vida e o Veneno de Wilson Simonal", a biografia do rei da pilantragem que sai ainda este mês pela Editora Globo. É justamente o capítulo que fala sobre o primeiro show do Simonal no Maracanãzinho, quando ele foi abrir para o Sergio Mendes & Brasil'66 e "jantou" a atração principal. Comprem lá a revista e depois digam aqui nos comentários o que acharam do texto. Falando em Rolling Stone, lembrei desse gráfico que o colega Celso Masson, da Época, me passou ano passado, mas que acabou que eu não tive tempo de colocar aqui. Espero que não tenha ficado muito manjado: Essa matéria saiu na "Bizz" no final do ano 2000. Vai pro ar aqui no site sem grandes ganchos -- além do que o André Saddy, do Canal Brasil, pode saber (hahaha, altas conversas cifradas, essa). Achei a versão inicial do texto, bem maior e sem a edição que o Emerson Gasperin e/ou o José Flávio Jr. fizeram no texto. A versão publicada está bem melhor, claro, mas esta é bem maior. Muita gente fala dessa matéria, "Ronnie Von muito louco", porque ela detonou um certo movimento underground de revalorização dessa fase do nosso querido mãe de gravata. Acabou rendendo Aliás, isso me lembra uma história engraçada. Anos depois de a matéria ser publicada, o duo indie americano Damon & Naomi veio tocar no Brasil e chegou pedindo aos jornalistas referências sobre onde eles poderiam encontrar os "discos psicodélicos do Ronnie Von". O colunista da Folha de S.Paulo, Álvaro Pereira Júnior deu o crédito do interesse da dupla a seus "amigos colecionadores", porque aqui no Brasil o Ronnie é "desprezado pelo público cabeça". Lembro que na época fiz piada do tipo: "Não sei se o Ronnie seria endeusado se ele tivesse nascido em Londres ou se o público cabeça brasileiro soubesse ler em português..." Bem, está aí, o texto, logo depois da bela página dupla em que ele foi acomodado na revista: Essa saiu na "Época" de 28 de junho e também no blog "Mente Aberta. Uma das três "Discotecas Básicas" que escrevi para a Bizz. Esta é de janeiro de 2007. Esse é o primeiro "Coffee Break", o quadro de dicas de cultura que eu tinha no "Jornal Ideal", do Canal Ideal, toda sexta-feira, desde 05 de outubro de 2007. Saí porque não pude conciliá-lo com minhas atribuições na “Monet”, mas foi um período muito legal, de aprender a escrever para televisão e de me comportar em frente às câmeras. Fui melhorando com passar do tempo, fique tranqüilo. Minha idéia era postar um por semana, mas, como acabei fazendo só 22 programas, acho que vou abrir mais tempo entre um e outro. Uma das melhores coisas em ter trabalhado mais de cinco anos no Zap! (o suplemento jovem semanal do Estadão) foi conhecer lugares e pessoas que eu jamais cogitei conhecer. E, por outro lado, falar coisas para o público teen que raramente ele costuma ouvir. Quando os Backstreet Boys estavam pelo mundo dando entrevistas de divulgação, Howie D. veio a São Paulo e eu fui entrevista-lo. O texto, publicado em junho de 1998, fugia totalmente do tom apaixonado que fãs (e jornalistas) costumavam usar em situações como aquela. Fiz o texto coalhado de pequenas ironias, mas tratava o garoto com o maior respeito – até porque achei o cara bem gente boa mesmo. Não era um pilantra camuflado de artista, era um profissional do entretenimento. Como está lá no texto: normal. |
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