13.12.2011 às 06:16 - vai pra lá, vai
Entre os muitos planos, projetos e devaneios para 2012 (e para 2012 em diante), o primeiro a ser colocado em prática é um blog novo, o http://blogdoricardoalexandre.com

A ideia é usar o espaço novo para produção mais produção autoral, artigos inéditos e, quem sabe, livros em produção aberta. Seja o que for que aconteça, a coisa vai começar lá.

Por favor, atualize seu caderninho de URLs e vamos simbora.

ps: O Twitter e o Facebook continuam abertos aos amigos, tocando B.B. King sem parar.

11.03.2011 às 04:38 - vamos dar um táime
Tudo certo? Tudo certo!
Este site já teve seu momento sabático, durante os meses mais casca-grossa de pesquisa e redação de Nem Vem Que Não Tem - A Vida e o Veneno de Wilson Simonal. E agora vai entrar em um novo período de suspensão de suas transmissões, por motivos de trabalho também, mas de uma natureza diferente.

É que - talvez você já saiba- eu deixei a revista Época São Paulo depois de três anos como seu diretor de redação. Foi um período incrível da minha carreira, especialmente por trabalhar com as pessoas com quem trabalhei, pelo enorme desafio de liderar uma equipe tão grande e talentosa e por saber que o transatlântico em que singrávamos era objeto de atenção e admiração de toda comunidade jornalística e de centenas de milhares de leitores. Ser substituído por alguém como Celso Masson é o melhor elogio ao meu trabalho. Significa que alguém lá na Globo achou que só um profissional talentoso, gente fina, amável e com competência pra lá de comprovada poderia me substituir. Excelente sorte para o Celso, para o Helio Gurovitz e para meus amigos Andrezza, Barifouse, Bruno, Camilo, Chris, Cotrin, Dani, Darlene, Diego, Edu, Fernando, Flavia, Junior, Marsiglia, Nathalia, Regiane, Rodrigo, Sheila e Silvana. Eles foram minha família por esse tempo todo e agora que saí de casa, espero contar com sua torcida.

Quanto a mim, depois de algumas semanas reorganizando minha agenda, já estou em pleno funcionamento na minha nova fase de... ãhn... "empreendedor", firmando novas parcerias de trabalho e preparando alguns projetos especiais pra lá de motivadores, alguns deles em mídias novas para mim. Velhos sonhos - como invadir as ondas do rádio, trabalhar na região onde moro e conciliar minha prática profissional e espiritual - estão se concretizando. Mas tudo isso tem exigido tempo, concentração e cuidado redobrado, eis porque o velho Causa Própria vai para a câmara criogênica por tempo indeterminado. Prometo dar notícias e maiores informações pelo Twitter. Até breve!

21.12.2010 às 08:03 - relançou, é clássico
O presente de Natal dos campeões: a terceira edição de "Nem vem que não tem"
De forma isenta e desinteressada, este site recomenda fortemente a seus leitores que nestas festas natalinas presenteiem seus parentes, amigos secretos e convivas mil com o premiado livro "Nem vem que não tem - A vida e o veneno de Wilson Simonal".

O livro acaba de ganhar sua terceira edição, com uma cinta dourada como a da ilustração acima, comemorativa ao prêmio de melhor biografia do ano no Prêmio Jabuti de 2010.

Aproveitei a nova edição para fazer algumas correções, erros vergonhosos que passaram batido na correria de lançar o livro na data combinada de 24 de outubro de 2009. Muito obrigado aos milhares de leitores das duas primeiras edições, especialmente aqueles que escreveram apontando gentilmente os vacilos. As principais correções no texto foram as seguintes:

Na pág 16, terceiro parágrafo: A cidade de Urucânia não é "zona sul de Minas". Aquela região é chamada de "Zona da Mata" mineira.

Na pág 50, início do último parágrafo: Milton Miranda não tornou-se diretor artístico da Odeon por causa da morte de Ismael Corrêa. Este tornou-se produtor freelance, tendo trabalhado com alguns grandes nomes (como Noriel Vilela) antes de morrer, de fato, no final dos anos 1960.

Na pag 59, final do primeiro parágrafo: O nome da primeira composição de Simonal a ser gravada não é “Jeito bom de viver”, mas “Jeito bom de sofrer”.

Na pag 125, segundo parágrafo: Refiz a frase que citava “Roda Viva”, de Chico Buarque. Na redação original, parecia que eu estava dizendo que a música “Roda Viva” havia sido lançada em 1968, ou mesmo no Festival Internacional da Canção de 1968. Na verdade, eu quis dizer que o ano de 1968 foi tão revolucionário que o “doce nostálgico” Chico Buarque transformou-se em um polêmico dramaturgo por causa da peça de teatro “Roda Viva”. A canção já era conhecida havia pelo menos seis meses, graças ao festival da TV Record de 1967.

Na pág 244, quinta linha: A casa noturna O Beco ficava na rua Bela Cintra e não “Bela Vista”, evidentemente.

Na pág 326, segundo parágrafo: A grafia correta é “Gilles Peterson” e não “Paterson”.

: Limei a frase "Chico Anysio também tem razão em lembrar que em 40 anos não apareceu nenhuma pessoa que tenha sido denunciada nem 'movimento' que tenha sido 'desbaratado' pelo cantor" por dois motivos. Primeiro porque essa informação já aparecia ao menos uma vez ao longo do texto. Segundo porque ela quebrava o paralelismo entre razões favoráveis e contrárias a Simonal. Na edição, a frase acabou sobrando e sendo publicada indevidamente.

É isso (além de outras alterações de padrão e estilo). Quem ainda achar mancadas, por favor escreva. A quarta edição vem aí!

13.12.2010 às 09:22 - filma eu
Coffee Break 15/02/2008
Episódio de 15 de fevereiro de 2008 do quadro "Coffee Break" que eu apresentava na TV Ideal (TVA) entre 2007 e 2008. Os destaques foram o livro "Chegou a vez do Brasil?", a coletânea "Still on Top" de Van Morrison e os filmes "Sangue Negro" e "Os Indomáveis".

30.11.2010 às 11:04 - comentário
Minha Rolling Stone (1b)
Não tenho conseguido postar na área de comentários do site (alguém mais tem essa dificuldade?), então resolvi promover esse textinho pra cá, porque a causa é justa. No dia 19/11, o André Forastieri comentou meu texto Minha Rolling Stone me espinafrando por alguns vacilos factuais e pelo meu recorte histórico sobre a revista "Rolling Stone" (que, basicamente, era o recorte que passava pelo meu quintal, ou, quem sabe, pela esquina que eu avistava do meu quintal). Fiz o contra-comenterário na hora, mas não consegui subir. É este aqui abaixo, que posto agora já esperando pelo "Minha Rolling Stone" do André:
[Bela Vista não: era Bela CINTRA onde você morava, não era? Corrigi no texto, posso corrigir outras vezes até ficar certo]

Que esta é uma versão dos fatos, atolada em sentimentalismo e aumentada pela subjetividade, sempre soube que era - e, na minha cabeça, servia apenas para explicar o carinho que eu tenho por uma revista em que nunca escrevi - mas não gostaria de ser ficcional muito menos difamatório. E esperava que estivesse claro que quando o assunto da primeira vinda da "Rolling Stone" ao Brasil ficou impróprio para as crianças, eu mesmo retirei o meu time, humildemente, e ficava de longe torcendo para que o Barcinski assumisse como editor-chefe e me chamasse para ser editor de música.

É verdade! Lembro bem (agora) do drible dos argentinos e da enrolação dos americanos. Que história maluca. Queria muito ler o seu “Minha Rolling Stone parte 2”, que certamente virá mais firmada em fatos do que a minha, que entrei como leitor nessa história e espero como leitor o teu registro.
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